sexta-feira, 30 de abril de 2010
O caminho da felicidade...
Não desejes aquilo que não podes ter….
Não ames quem só te faz sofrer…
Não chores por quem nem uma lágrima derrama por ti
Olha em frente! Segue o teu caminho sem temer!
Pensa, vive, cria, revive…até morrer
Pois a única alegria que vais ter é a do teu próprio desfalecer
Pões fim às angústias, aos medos e incertezas…
Partes para o paraíso das realezas!
Felicidade: mito ou ilusão?
Procuras paz interior ou emoção?!
Silêncios calmantes ou risos hilariantes…
Estar só contigo ou em solidão?
Deixa-te levar…esquece regras e normas
Parte para a aventura do vivido…
Busca o que precisas
Encontrarás o que faz sentido!
Não deixes que te prendam aos sonhos que não são os teus
Que controlem os teus desejos e emoções
Impõe-te, mostra que és forte
Sai dessa redoma e luta até à morte!
Vê…olha que aquele sorri
Como anda leve e despreocupado
Procura dentro de ti
Esse rumo até agora mascarado!
Próprio, Agosto de 2008
Honra ao Esforço
O lugar do sol azul...escuro!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sobre o tempo que passa
Respirar para conseguir renascer das cinzas...
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Esperança
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O lugar do sol azul...
ABRIL de Esperança e Dor

O regresso ao lugar do sol azul
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O último dia na "segunda casa"
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Mais um cá em casa:)))
quarta-feira, 21 de abril de 2010
O embate da abelhinha...
terça-feira, 20 de abril de 2010
O regresso à "segunda casa"
Pode haver engano assim? Pode, se for a policia!
"Prezados Professores e Colegas do Mestrado em Direitos Humanos,
Na tarde de sábado passado (17.04.2010), com um revolver no peito, tive meu apartamento invadido, e revirado de cabeça para baixo, por policiais a procura de indícios de um crime praticado por um cidadão Português, a priori um antigo inquilino do apartamento. Ao abrir a porta e ficar sob a mira de um revolver, pensei se tratar de um assalto, pois vi um homem e logo atrás uma mulher. Me levaram até o meu sofá e só depois de muito perguntar o que estava acontecendo disseram ser da polícia.Todavia, sem saber o porque da estada deles em meu apartamento e o pior da forma com entraram.
Identifiquei-me como advogado e mestrando em Direitos humanos, e disse-lhes que não poderiam entrar sem um mandado judicial. Além de Contrariar a própria Constituição Portuguesa, em seu art. 26 nº 1 e 2, os policiais ainda por cima não permitiram que fizesse um telefonema e atendesse ao telefone. Foram momentos terríveis. Ao ler o mandado judicial de busca e apreensão, disse aos policiais que não se tratava da minha pessoa, a determinação ali escrita. O que um deles, de forma lacônica respondeu: nós sabemos.
Estimados Professores e Colegas do Mestrado, o caso que vos relato, deixou a mim e a minha família insegura, chegando ao ponto de minha filha querer voltar imediatamente para o Brasil. Pergunto, como poderíamos imaginar que após 1 ano e 4 meses, morando neste apartamento com contrato assinado e com aluguéis pagos, além de estarmos legalmente no país, passaríamos por uma situação traumatizante como esta.
Como sou hipertenso, fui parar no hospital após essa ação infeliz da Polícia. Penso que, como imaginei a priori ser um assalto, se minha reação fosse outra, certamente não estaria agora descrevendo esse terrível acontecimento. Até o presente momento, ainda não entendi o motivo da invasão ao meu apartamento, a não ser pelo fato de no mandado constar o meu endereço, e não o do dito cujo. Pedi providências para as autoridade de Portugal e do Brasil. Como bem acentuou Ignatieff, “a linguagem dos direitos humanos existe para que nos lembremos que alguns abusos são realmente intoleráveis e que algumas desculpas por esses abusos são realmente insuportáveis”.
Neste episódio arbitrário e terrível é sempre bom lembrar o pastor Niemoller, um dos líderes da resistência protestante contra o nazismo: Quando vieram buscar os comunistas, eu não disse nada, eu não era comunista. Quando vieram buscar os judeus, eu não disse nada, eu não era judeu. Quando vieram buscar os católicos, eu não disse nada, eu não era católico. Então vieram me prender, e não havia mais ninguém para protestar. Peço que meditem sobre isso!"
Jose de Ribamar Lima da Fonseca Junior
Advogado Mestrando em Direitos Humanos da Universidade do Minho
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Dia-a-dia...simples...
Crónica de uma visita às 7 fontes
Ora cá vai a minha estreia neste magnífico blogue. Depois de vários adiamentos finalmente resolvi aceitar o repto dos amigos das 7 fontes e fui no Domingo visitar o complexo hidrológico tão badalado nos últimos tempos face à ameaça de destruição que sobre ele parece pairar. Nada de surpreendente quando outros interesses se sobrepõem aos interesses da conservação do nosso Património. Concentração no largo do cemitério donde rumaram algumas dezenas de amigos das 7 fontes. Posso dizer que foi uma visita surpreendente e agradável a vários títulos. Desde logo pelo passeio em si mesmo respirando a natureza, depois pela possibilidade de ficar a conhecer de perto e melhor as 7 fontes com visita guiada e aventura nos túneis (não confundir com outros túneis que por aí muito se comentam...) e, finalmente, pelo convívio com os participantes conhecidos e desconhecidos. Acho que a causa ganhou mais um adepto, até por que me desgrada sobremaneira a forma como os senhores dos poderes ditos públicos lidam com o interesse público, o qual só é público quando coincide com o interesse dos próprios. A saga continua....
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Prevenir Alzheimer
O objetivo é cercar o gato e não o deixar sair das bolinhas.
Para começar, clica no link abaixo.



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