"Quero o fio d´aço dum punhal uma flor emurchecida ao sol da meia tarde e os versos, todos, em inventárioQuero um sopro fresco, ou mesmo frio que me trespasse pelo corpo rasgado sem aromas que me embriaguem sem metáforas que me matem lento…
Quero-me apagado, quieto quase que moribundo enquanto espero que me risques no peito morno as palavras, todas que te queria guardadas…
E se o teu arfar em lume, declamando me acordar de adormecido e sobreviver ao meu dia menor saberei do maior poema!..."
(João Luís Dias)
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